Nampula (Moçambique), 21 Jan (AIM) – O chefe da brigada central do partido Frelimo de assistência à nortenha província de Nampula, Filipe Paúnde, exige que aqueles que se aproveitam da desgraça alheia, a propósito das vítimas das cheias e inundações que fustigam o país, sejam devidamente responsabilizados.
O dirigente partidário, que é membro da Comissão Política da Frelimo, teceu estas e outras considerações nesta terça-feira, em conferência de imprensa de balanço da sua jornada de trabalho na província.
“É condenável, se há uma comissão, foi fazer o trabalho e concluiu que efetivamente houve cobranças ilícitas, é condenável, isto é crime. Num momento como este, não se pode nunca, porque as pessoas estão numa situação de vida ou morte. Como cobrar alguém que saiu de casa, nem sabe se tem dinheiro ou não, se se provar tem as necessárias consequências. O que queremos aqui é salvarmos vidas humanas, moçambicanos estão em primeiro lugar”, assegurou.
Por outro lado, Paúnde afirmou sair de Nampula satisfeito com o trabalho que está a ser feito a nível das bases do seu partido em todos os 23 distritos e ainda com as realizações do governo em 2025.
“0 balanço que nós fazemos é francamente positivo, porque as actividades que deveríamos realizar, as realizamos com muito sucesso. Capacitamos as brigadas provinciais e essas, por sua vez, também foram capacitar as brigadas distritais que foram trabalhar nas zonas e círculos”, destacou.
Paúnde considera que as mensagens de pedido de apoio para as vítimas das cheias estão a ter respostas positivas e deixou um apelo para que as mesmas continuem sem qualquer tipo de discriminação.

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